POR: Otávio Cardozo - Colunista e Publisher Econômico
Esta semana a revista
Forbes divulgou sua tradicional lista das pessoas mais ricas do mundo, ou seja,
com patrimônio superior a um bilhão de dólares. Após algumas análises,
constata-se alguns dados interessantes, como o domínio de algumas nacionalidades
(Eua, por exemplo) e também a abundância masculina , que representa 90% da
lista.Outro dado curioso é que 99,03% das 1.645 fortunas listadas foram
consolidadas por um homem, que muitas vezes deixou de herança o patrimônio.
Mas, em âmbito
nacional, a grande maioria dos 65 listados não são de sobrenomes comuns como Silva,Santos
ou Souza , mas sim , grandes sobrenomes de famílias/clãs que controlam setores
de grande relevância no País.Ao bater o olho na lista, notam-se cognomes
repetidos que ocupam grande maioria da lista, são eles Marinho, Ermirio de
Moraes,Moreira Salles,Villela, Setubal,Camargo(Côrrea),Safra, entre outros.Até
o fato desses sobrenomes permanecerem na lista tudo bem , mas onde estão os
sobrenomes comuns, das pessoas que cultivaram um sonho e do zero desenvolveram grandes
empresas capazes de gerar milhares de empregos e desenvolvimento econômico?